segunda-feira, 14 de abril de 2014

Boa Noite Senhor Fado! - ultimas sessões

Não perca!
Uma das ultimas sessões
Dia 17 de Maio às 21:30h.

Reservas - 21 924 03 63

domingo, 23 de fevereiro de 2014

BREVEMENTE!


Boa Noite, Senhor Fado! - A Não Perder!!!


Recriando uma ambiente tradicional de fado, a Companhia de Teatro de cabriz apresenta o seu novo espectáculo "Boa Noite, Senhor Fado".

Um espectáculo concebido por Paulo Taful, com música de Hugo Janota.

Com vozes excepcionais vamos recordar temas do fado que todos conhecemos, um espectáculo em que o público toma parte do cenário, estando sentado em mesas e a quem será servida uma pequena ceia (caldo verde, petiscos, etc)
Um espectáculo onde a voz, o movimento, a música, o video e a côr transportarão o publico numa viagem pela Lisboa de outras eras, num verdadeiro espectáculo multimédia!
A Não Perder!

Espectáculos Agendados:
8, 15, 22 de Março de 2014 às 21:30h




quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Boa Noite, Senhor Fado! - Estreia já dia 22 de Novembro!



Estreia já dia 22 de Novembro
o espectáculo "Boa Noite, Senhor Fado!"
Não Perca!

Bilhetes à venda!

Associação de Cabriz - 21 924 03 63

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Último Espectáculo "A SEVERA" dia 20 de Julho

É já no dia 20 de Julho, às 21:30h

que terminam as representações do musical "A Severa"

Não perca esta ultima oportunidade!


Reservas - 21 924 03 63



sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

2ª Temporada do Musical "A Severa"


Tem inicio já em Janeiro a 2ª Temporada do 
Musical "A Severa"

Aqui ficam as datas:


26 de Janeiro de 2013, às 21:30h
16 e 23 de Fevereiro, às 21:30h
3 de Março, às 17h

Mais datas em breve!

Reserve já - 919 371 048

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ultimos Espectáculos da 1ª Temporada

O Musical "A SEVERA"
encerrará a primeira temporada de representação com três espectáculos:

Sábado, 1 de Dezembro, às 21:30h
Domingo, 2 de Dezembro, às 17h
e Sábado, 8 de Dezembro, às 21:30h

Não perca esta oportunidade!
Reserve Já!

Quem era Maria Severa?

MARIA SEVERA, nasceu em Lisboa, aos Anjos, numa barraca nos montes.

Seu pai, Severo Manuel de Sousa, era de etnia cigana e a mãe, Ana Gertrudes, uma portuguesa de Ovar que, com outros pescadores da região, tinha emigrado para Lisboa.
À sua ascendência cigana atribui-se a sua beleza exótica e o seu cantar expressivo, que conquistou os boémios da capital.
A sua mãe (Ana Gertrudes), era uma célebre prostituta da Mouraria, conhecida pelo sobrenome de “Barbuda” e a própria MARIA SEVERA terá ingressado muito cedo na mesma profissão, tendo-se distinguido rapidamente nesse meio, não só pela sua beleza trigueira, como ainda pelos seus dotes invulgares de “cantadeira de Fado”.
Viveu em vários bairros de Lisboa: Graça, Bairro Alto, Mouraria e foi neste último que acabou por morrer.
Conta-se que MARIA SEVERA percorria os bairros populares de Lisboa e que a sua voz animou as noites de muitas tertúlias bairristas, tornando assim famosas, pela sua presença, as tabernas que frequentava.
A SEVERA cantava e batia o Fado na taberna da “Rosária dos óculos”, situada ao cimo da Rua do Capelão, na chamada “casa de pedra”.
A sua juventude, cheia de beleza, despertou paixões e ocasionou desvarios, fez perder a serenidade e a compostura de fidalgos, de burgueses, de artistas e de políticos.
Alguns escritos da época dizem que MARIA SEVERA era linda, era alta um pouco delgada, cabelos muito pretos, lábios muito vermelhos e nos olhos uma expressão indescritível.
Diz-se que terão sido os seus olhos que atraíram o Conde de Vimioso, aliado ao seu doce canto e à paixão deste pelo som da guitarra.

O Conde era um homem garboso e de boa figura. Foi o primeiro cavaleiro tauromáquico da sua época, facto que não foi indiferente a MARIA SEVERA, pois ela revelava um enorme entusiasmo pelas corridas de touros e sobretudo pelo toureio equestre. Ora foi esse entusiasmo de MARIA SEVERA por esta arte, que originou, não só a sua aproximação ao Conde de Vimioso, mas também que ela tantas vezes o tivesse cantado em letras de Fados.
Havia, na verdade, um grande contraste entre a condição social destes amores (MARIA SEVERA/CONDE DE VIMIOSO) e isso deu lugar a muitos boatos, mas também e sobretudo, a muitos Fados.
MARIA SEVERA teve a intuição de que após a sua morte ainda havia de andar muito nas bocas do mundo, como resulta destas sextilhas de sua autoria:

Quando a morte me levar
Não há decerto faltar
Quem diga mal da Severa!
Pois neste mundo falaz
De tudo se é capaz
E só o mal se tolera...

Lá na fria sepultura,
Nessa cova tão escura
Irei enfim descansar?
Pressinto que em expiação
E novamente ao baldão
Aqui terei de voltar...


Leviano e mulherengo, o Conde de Vimioso acaba por deixar a Severa e apaixona-se por uma cigana, facto que a deixa desvairada, mas, dado já se manifestarem sintomas da doença que a haveria de matar (tuberculose), MARIA SEVERA já não teve forças nem vivacidade para lutar pelo seu amor.


MARIA SEVERA morre pobre e abandonada, num miserável bordel da Rua do Capelão, a 30 de Novembro de 1846.
 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Musical "A Severa" no Jornal da Região


Paulo Taful tem um novo musical a agitar a localidade de Cabriz, em Sintra. O maestro, sempre mobilizador da população em torno de grandes eventos culturais, aposta agora em recriar uma das maiores lendas do fado: A Severa. O espectáculo é baseado na obra de Júlio Dantas e conta com a adaptação Hugo Janota que também é autor da música. Paulo Taful assina a encenação deste espectáculo que conta a história de Maria Severa, uma cigana e mulher da vida, nascida no bairro da Mouraria no séc. XIX e que acabou por ser considerada a mítica fundadora do fado. Ao palco sobem perto de 30 actores e cantores que não hesitaram em entregar-se arduamente ao trabalho para mostrar ao público de Sintra o verdadeiro sentimento de ser português.
Associação Cultural Social e Recreativa de Cabriz, aos sábados, às 21h30, e domingos, às 17 horas.



Algumas fotos do Musical "A Severa"